quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Chapa apoiada pela Unidade Classista vence as eleições no Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal no Ceará

Foi realizada na última quinta-feira, dia 25/08, a votação para eleger a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal no Ceará – SINTRAJUFE/CE. Além da capital Fortaleza, foram disponibilizadas urnas para votação em mais 8 cidades do estado.
Com 52,2% dos votos válidos, a Chapa 1: “SINTRAJUFE/CE Forte e de Luta”, apoiada pela Unidade Classista, foi escolhida pela categoria para dirigir o sindicato durante o biênio 2011/2013.
No estado do Ceará, a categoria dos Servidores do Poder Judiciário Federal, além do SINTRAJUFE/CE (Servidores da Justiça Federal), encontra-se representada por mais dois sindicatos: SINJE/CE (Servidores da Justiça Eleitoral) e SINDISSÉTIMA (Servidores da Justiça do Trabalho).
Para gestão que se inicia dia 01/09, a diretoria eleita elegeu como prioridade a unidade da categoria, hoje bastante dividida entre servidores novatos e antigos, em função da proposta do governo para alterar a forma de remuneração de vencimento para subsídio. Tal proposta conduz à retirada de direitos dos servidores em troca de uma suposta remuneração maior para os recém ingressos. As disputas internas geradas por essa discussão têm paralisado a luta da categoria pelo reajuste salarial e por um Plano de carreira, fazendo o jogo do Governo Petista, que não concede aumento à categoria desde 2006.
O desafio a que se propõe a direção eleita para o SINTRAJUFE/CE é garantir Unidade na Luta! Unidade entre os servidores da JF/CE, para que não façamos o jogo do governo! Unidade entre os sindicatos da categoria em nosso estado: SINTRAJUFE/CE, SINJE/CE e SINDISSÉTIMA/CE, rumo à Unificação Sindical! Unidade com os demais Servidores Públicos e com a Classe Trabalhadora em geral! Esse é o grande desafio da nova gestão que se inicia!


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

OS COMUNISTAS VOLTAM AO SINPRO-RIO

Rio de Janeiro

As eleições que se encerraram no dia 19/08/2011 consagraram o retorno do PCB à diretoria do Sindicato dos Professores do Setor Privado do Município do Rio de Janeiro - Sinpro-Rio. A ampla composição política que, além do Partidão, foi integrada também por correntes progressistas do PT, mais os independentes, com apoio do PSTU e do PSOL, marca nova fase para o sindicalismo do setor privado do magistério no estado do Rio de Janeiro.
A luta do PCB contra o modelo de sindicalismo burocrático que isola o sindicato da categoria e privilegia as ações jurídicas em detrimento da luta política, movimento que se afirmara no Sinpro-Rio ao longo dos anos 2000, teve o Partidão como seu principal expoente nos pleitos eleitorais de 2005 e 2008.
A nova conjuntura gerada pela divisão da atual diretoria, em que uma parcela majoritária, liderada pelo presidente Wanderley Quêdo, incorporou à sua gestão parte de nossas bandeiras, buscando romper com o burocratismo e iniciando auditoria na tesouraria e outras medidas corretas, permitiu o nosso diálogo e aproximação com esse campo, resultando numa chapa unitária de características classistas.
Entendemos que esse era o momento de derrotarmos o neopeleguismo e fazermos avançar na rearticulação política da categoria compondo uma chapa com perfil progressista. Foi esse entendimento que nos orientou a participar da chapa Sinpro para Todos, o que permitiu derrotarmos a chapa 2, composta sob a liderança do PC do B e da Articulação.
A vitória de chapa 1 – Sinpro para Todos representa, portanto, um avanço, pois permite recolocarmos a luta político-ideológica da contradição capital e trabalho no cotidiano do magistério privado carioca. A batalha será grande, mas o primeiro passo está sendo dado.
Comporão a Diretoria do Sinpro os camaradas do PCB Hiran Roedel e Fernando Antonio da Costa Vieira.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

NO CPERS AVANÇA O SINDICALISMO CONSEQUENTE




Por todo o país, o esgotamento do sindicalismo reformista vai mostrando contornos cada vez mais nítidos. E não é apenas pela sua dificuldade em alcançar vitórias para a classe trabalhadora, por mais modestas que sejam elas, mas sobretudo pela sua incapacidade de garantir mesmo as precárias condições de vida e de trabalho herdadas do estado de bem estar social.
Confrontado há mais de uma década pelas políticas liberais montadas pelo capital financeiro, o “sindicalismo de resultados”, o “sindicato cidadão”, expressões douradas do pragmatismo social-reformista, não só foi incapaz de proteger minimamente a classe trabalhadora, como meteu-a numa profunda crise. Esvaziamento dos sindicatos, descrédito nas lutas sindicais, ceticismo, indiferença, são algumas das formas com que a base vem respondendo à crise do sindicalismo reformista. Do outro lado, pelo progressivo isolamento imposto pelo afastamento das bases do sindicato, prosperam ou o imobilismo ou o vanguardismo pequeno-burguês.
É neste contexto de crise do movimento sindical que o CPERS, o maior sindicato do RS e um dos maiores do país, realizou suas eleições nos meses de junho e agosto do corrente ano. Embora o entendimento da natureza da crise pela qual passa o movimento dos trabalhadores em geral, e o CPERS em particular, ainda não seja amplamente compartilhado, o mesmo não se dá em relação à necessidade de reconstrução da entidade a partir da base. E foi exatamente em função da necessidade de construirmos um sindicato de massas, independente, classista e combativo que conformamos uma composição com as forças da Intersindical: Unidade Classista, Alternativa Sindical Socialista, Resistência Popular, Enlace e a APS da outra Intersindical e o CEDS da Conlutas. (o CEDS é uma organização política organizada dentro do CPERS e do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – SIMPA) Com estas forças e sob este consenso, a Unidade Classista fez a disputa em seis importantes núcleos do estado: Livramento, Gravataí, Caxias, Santa Maria e nos dois núcleos de Porto Alegre.
Fizemos uma boa votação em Gravataí e Livramento. No primeiro turno foram eleitas a Direção Central do sindicato e as direções dos seus 41 núcleos, representando todas as regiões do estado. Nosso grande êxito deu-se no 39º núcleo de Porto Alegre, onde fomos para o segundo turno em disputa contra a articulação PT-PSTU.
Hoje vencemos a eleição do 39º Núcleo do CPERS, o único Núcleo onde houve segundo turno, o único Núcleo onde houve a derrota da Direção Central recém eleita, também composta pelo PT e o PSTU.
O apoio de todos os companheiros de todas as correntes políticas que constituíram essa opção de esquerda, classista e independente foi determinante para nossa vitória. A chapa foi composta por três companheiros de cada uma das seguintes forças: CEDS, Unidade Classista e Enlace. A divisão dos cargos, as liberações de carga horária e a verba de representação ocorreu sob um acordo que soube contemplar a capacidade real de intervenção das forças que o constituíram.
É uma vitória significativa uma vez que o 39º núcleo é de Porto Alegre e já foi o maior núcleo do CPERS, por ocasião da gestão da professora Goretti Grossi em 1998-2002, quando contava então com 7 mil filiados. Hoje o 39º Núcleo possui apenas 5 mil filiados, mais da metade dos quais são aposentados.
É uma vitória muito significativa também pela visibilidade que o nosso trabalho poderá alcançar, e o presumível estímulo que representará para o resgate e a expansão de um sindicalismo conseqüente, de massas, anti-capitalista e revolucionário.
Por isso a nossa direção, a direção vitoriosa neste pleito assume como tarefas fundamentais reorganizar o 39º núcleo, realizar uma ampla campanha de filiação, promover a qualificação política e ideológica da base e levar com firmeza a luta da categoria contra a exploração e a opressão. Esses são os compromissos que desde já estamos, com energia e determinação, colocando em prática.
Foi uma grande vitória para os socialistas, mas a verdadeira vitória será organizar e pôr em movimento a classe trabalhadora para derrotar o capital e suas políticas.
Goretti Grossi
Pela Unidade Classista
Marly Cambraia (1) Goretti Grossi (2) Ruy Guimarães (6)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A CASAN PERTENCE AO POVO E AOS QUE NELA TRABALHAM!

Nota da Corrente Sindical Unidade Classista/SC - Agosto de 2011

Transformar a água em mercadoria é um retrocesso e um crime que a classe trabalhadora deve enfrentar com todas as suas energias
O momento é de mobilização. O governo Colombo (PSD) se empenha numa campanha relâmpago para privatizar a Casan, através de dois projetos de lei. Em um deles, Colombo pretende entregar 35% das ações da empresa a um acionista privado que, mesmo minoritário,teria plenos poderes para controlar a Casan, numa tentativa baixa e dissimulada de privatizar por completo a água em Santa Catarina. E no outro, o governo pretende derrubar o artigo da Constituição estadual que diz que a população é quem deve decidir, via plebiscito, sobre a privatização das nossas estatais, tirando do povo o direito de decidir sobre aquilo que é seu. A própria forma estabanada com que Colombo tem conduzido o projeto na Assembléia Legislativa, colocando-o em regime de urgência (o que obriga os deputados a decidirem em pouco mais de um mês o destino da Casan), demonstra o quanto o governo quer evitar que os trabalhadores se envolvam no processo. Se é para "melhorar", porque tanto medo de ouvir a voz do povo? Em defesa da privatização, Colombo e até a diretoria da Casan fazem coro ao governo Dilma,que segue privatizando a nível federal com a mesma ladainha de que o país "não tem dinheiro"pra investir. Dinheiro, porém, existe. Só em 2009, a União (Governo Federal, Estados e Municípios) deu R$ 370 bilhões dos nossos impostos pros banqueiros. Eles alegam também que, com um "parceiro estratégico" privado, a gestão da empresa seria mais "profissional". Não é o que acontece nas várias cidades país afora onde os sistemas foram municipalizados privatizados, levando a aumento das tarifas sem melhora (quando não piora!) dos serviços.
Quem não se lembra do que ocorreu este ano em Niterói (RJ), onde o rompimento de um tanque de tratamento da companhia municipal (privada) produziu uma enxurrada de esgoto que destruiu e contaminou um quarteirão inteiro? A ladainha do "privado é que funciona" não podia mesmo estar mais desatualizada, principalmente agora em que as crises "financeiras" mundo afora desmentem cada vez mais o velho discurso da eficiência do "livre mercado".
A situação é das mais graves. Caso Colombo siga em frente com seus planos, todas as conquistas dos trabalhadores da Casan, inclusive a estabilidade no
emprego, se encontram ameaçadas, com menos direitos, menos garantias e maior exploração. E para piorar, os sindicatos da categoria (Sintaema e Intersindical) seguem panfletando demais e organizando de menos...
Nós da Unidade Classista, corrente sindical formada por militantes do PCB e trabalhadores empenhados em resgatar um sindicalismo independente de governos e patrões, denunciamos que está se organizando um verdadeiro golpe contra a Casan, golpe este que, na verdade, não surge apenas da vontade do governo. Lembremos que a grande mídia, que já vinha há algum tempo numa onda de ataques à Casan, agora mente tratando o projeto de Colombo como uma simples venda de ações, fingindo não saber que se pretende, na verdade, transferir o controle da empresa. Isto não é uma coincidência. Os capitalistas usam seu poder econômico sobre a imprensa (que é privada) e o Estado (quem financia as campanhas dos políticos?) em favor de seus interesses, neste caso, transformar a água em fonte de lucro. Diz-se até que a venda já estaria acertada para a construtora Odebrecht! E que momento melhor para tomar a Casan do que agora, quando a empresa volta a apresentar lucro depois de anos no vermelho e possui empréstimos estrangeiros de quase meio bilhão pra investir em saneamento? O trabalhador da Casan sabe que a empresa tem inúmeros problemas, mas sabe também que o grande culpado por isso são os mesmos que pretendem privatizá-la, os mesmos que a sucatearam por tantos anos para agora vendê-la "a preço de banana" para seus amigos empresários. Lembremos que o próprio Colombo já foi presidente da Casan!
A Unidade Classista entende que a Casan pertence ao povo e aos que nela trabalham, não à ganância privada, e que transformar a água em mercadoria é um retrocesso e um crime que a classe trabalhadora deve enfrentar com todas as suas energias. Entendemos também que a categoria precisa se mobilizar pela base, pressionando as direções dos sindicatos a tomarem posições classistas, denunciando o peleguismo junto ao conjunto dos trabalhadores. A Unidade Classista se põe junto aos trabalhadores da Casan nesta luta pelos seus direitos e para impedir a entrega de um direito básico à vida, que é a mesma luta pelo socialismo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Congresso dos Estados Unidos: um clube exclusivo para milionários




Deisy Francis Mexidor
Os milionários norte-americanos se multiplicam dentro do Congresso do país, utilizando este espaço para multiplicar suas ganâncias.
Resumen Latinoamericano/Prensa Latina – Enquanto milhões de famílias norte-americanas tentam se manter à tona em meio à atual crise econômica, a riqueza pessoal dos lideres do Congresso desse país se expande ano após ano.
Assim confirma a página digital Open Secrets, ao publicar fotos, estatísticas e avaliações dos “mais do Congresso”, uma seleta lista que encabeça o republicano Darell Issa, da Califórnia, cujo patrimônio se estima em mais de 251 milhões de dólares.
Aparecem na lista, entre outros, os democratas Jane Harman, também da Califórnia (244,7 milhões); Herb Kohl, democrata de Wisconsin, com uns 214,5 milhões; Mark Warner, da Virgínia (209,7 milhões) e John Kerry, senador por Massachussetts (208,8 milhões).
É curioso o dado, porque quando só um por cento de todos os residentes dessa nação pertence à classe dos milionários – segundo a própria página –, no Congresso, entre 40 e 50 por cento dos legisladores conta vários “zeros” à direita de seus ativos.
Uma investigação baseada nos dados de informação financeira federal confirmou, por sua parte, que 261 dos que ocupam postos no Capitólio (435 na Câmara de Representantes e 100 no Senado) são ricos.
De acordo com a análise, um a cada cinco deles possuem bens de, ao menos, 10 milhões de dólares. No entanto, a fortuna de oito ascende a 100 milhões de dólares ou mais.
Por exemplo, entre 2008 e 2009 – em meio à recessão –, a riqueza coletiva dos membros do Legislativo e aumentou em mais de 16 por cento, revelou um estudo publicado pelo Centro por uma Política Responsável.
Essa riqueza em expansão dos líderes e membros do Congresso, em sentido geral, se traduz em que um número significativo possui interesses nas principais companhias dos setores de saúde e serviços financeiros.
Suas ações se colocam, fundamentalmente, no Bank of America, Goldman Sachs, Wells Fargo, JPMorgan Chase y Citigroup, Pfizer, Johnson & Johnson e Merck. Os mesmo que recebem o dinheiro dos impostos federais, exploram a especulação imobiliária e fazem desatar a crise.
Os ganhos dos membros do Congresso subiram 19 por cento durante o ano passado (908 mil 255 dólares), enquanto os investimentos nacionais caíram 15 por cento.
É um mundo financeiro muito distante dos seus eleitores, opinou Sheila Krumholz, diretora executiva do Centro para Políticas Responsáveis.
A raiz do assunto está em que, nas sociedades capitalistas, tudo se move e desenvolve em benefício dos que donos do capital, segundo afirma, em entrevista à Prensa Latina, Manuel E. Yepe, analista de temas internacionais.
“Quem possui mais, pode mais”, destaca. “A vida é uma concorrência que se decide pela riqueza pessoal que cada um acumule. Todas as leis, regulamentos e até os costumes estão dirigidos a premiar os mais ricos. Os filhos se preparam, desde o nascimento, para serem competitivos”.
O sistema eleitoral norte-americano é, particularmente, exigente quanto à necessidade de dispor de muito dinheiro para participar nas eleições, argumenta.
“É uma aposta”, diz. “Quem reúne mais dinheiro para a campanha, unindo capital próprio ao que outros doam, em troca de benefícios posteriores derivados do exercício do cargo a que se aspira, será o candidato eleito”.
Na disputa por um mandato, o apoio que têm os candidatos provêem das grandes corporações representadas pelos conhecidos “lobbies”, que participam da festa eleitoral. São eles que respaldam aqueles que “oferecem aos seus mandantes garantias suficientes”.
Para Yepe, “ainda que, entre eles, existam aqueles que atuam, até certo ponto, com arranjo a determinados interesses de seus eleitores, o establishment está organizado de maneira que o dinheiro mande, não só no mercado, mas em todas as relações sociais”.
O mundo da bolha
Todo dia 15 de maio, os dentetores dos altos cargos do Poder Executivo apresentam os formulários correspondentes ao ano natural anterior, com os detalhes de suas finanças pessoais.
Por lei, devem declarar seus ativos e passivos, seus ingressos (sem incluir os salários do governo), os presentes que receberam, entre outras notificações e as evidências mostram um setor cada vez mais distante daqueles que, supostamente, representam.
Não relacionam seus salários, contudo o subsídio anual oficial dos membros de cada câmara é de 175 mil dólares, ainda que também desfrutem de uma série de benefícios, como o pagamento de gastos de viagem.
Os bens médios de um representante do Congresso alcançaram os 765 mil dólares, em 2009, em comparação com os 645 mil de 2008, enquanto os de um senador chegaram a quase 2,38 milhões de dólares, frente aos 2,27 milhões do ano anterior.
Soa até irônico num país onde muitos perderam seus empregos, suas poupanças minguaram e os valores de suas residências caíram.
Alguns analistas opinam que poucos legisladores federais assumem a existência de males financeiros, como o desemprego, a falta de moradia e a diminuição das poupanças de que padecem milhões de norte-americanos.
Simplesmente porque eles “estão entre os mais ricos norte-americanos e lidam com quantidades de dinheiro que são impensáveis para a maioria de seus representados”.
Os dados mais recentes do Departamento de Trabalho sustentam que o índice nacional de desemprego está em 9,2 por cento e ainda não se pode recuperar os 8,4 milhões de postos de trabalho perdidos durante a crise.
O atual debate no Legislativo não apresenta um acordo entre democratas e republicanos em torno da elevação do teto da dívida pública da nação.
Os Estados Unidos possuem uma dívida externa que subiu de 10,701 bilhões, em final de junho de 2010, para 14,29 bilhões, em abril de 2011.
Em maio, o país ultrapassou o limite atual de endividamento autorizado, porém seguiu funcionando com ajustes e transferências de pagamentos, que são normais dentro do Departamento do Tesouro.
No entanto, além do 2 de agosto, como alertaram o presidente Barack Obama e vários porta-vozes de sua administração e de seu partido, o país encara um déficit de pagamentos, o que, nas palavras do chefe da Reserva Federal, Ben Bernanke, seria uma “catástrofe”.
As negociações com os republicanos – que são na atualidade maioria na Câmara dos Representantes –, foram paralisadas pela oposição tenaz a qualquer aumento do endividamento que não esteja equiparado com os corte nos gastos do governo aos programas sociais.
Esses cortes afetariam aos mais necessitados e aos setores de menor renda. No entanto, não permitem que elevem os impostos aos mais ricos. E adivinhem quem são esses privilegiados?
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2888&Itemid=1&lang=en
Tradução: Maria Fernanda M. Scelza