sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

DERROTAR A OFENSIVA CAPITALISTA E CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA DE PODER DOS TRABALHADORES



A tradicional receita burguesa de distribuir seletivamente, com suporte do Estado, os prejuízos decorrentes das recessões econômicas é um filme muito repetido no último século. Sua reapresentação em 2015 arrasta-se até hoje em diversos países, submetendo a classe trabalhadora e os povos em geral a uma piora brutal das condições de vida.

No Brasil, após o início do 4º governo consecutivo do PT, a maioria da população sente na prática que projeto de “crescimento econômico com inclusão social e distribuição de renda” era uma ilusão passageira. Se foi possível governar por alguns anos administrado o capitalismo na perspectiva da conciliação de classes e mantendo a popularidade, com o esgotamento das condições econômicas favoráveis tudo o que era sólido se desmancha no ar.

O aprofundamento do ajuste fiscal e a campanha por mais uma contrarreforma da previdência deixa claro que a troca de peças em ministérios por si só não altera os rumos de um governo que só está em disputa para as frações da classe dominante. Enquanto isso, grandes empresas que sempre desfrutaram de renúncias fiscais, financiamento do BNDES e outros subsídios pagos com dinheiro público oferecem as demissões em massa como contrapartida.

A luta de classes, portanto, se acirra, proporcionando um primeiro bimestre movimentado. Em Campinas e Hortolândia, operários ocuparam as plantas da Mabe; em Volta Redonda, vem se organizando um fórum de resistência contra as demissões na CSN e a ofensiva nacional do Cartel do Aço; trabalhadores do teleatendimento, aeroviários e aeronautas protagonizaram paralisações nacionais; em Goiás os estudantes ocupam escolas enfrentando o projeto tucano e a repressão, como ocorreu em SP; no Rio de Janeiro, profissionais da educação anunciaram greve para 2 de março, apontando para uma greve geral dos servidores estaduais. Muitas lutas eclodem, demandando um salto de qualidade que pressupõe coordenação e unidade do movimento sindical e popular.

A Unidade Classista vem realizando esforços nesse sentido, como a participação na última Plenária Nacional do Espaço de Unidade na Ação no mês de janeiro. Entretanto, insuficiências no método de construção do consenso e a imposição de palavras de ordem com as quais não concordamos mais uma vez nos impedem de assinar a Declaração Política ali aprovada. Temos acordo com grande parte da análise contida no documento, todavia ele cai numa contradição que não podemos ignorar.

O texto começa apontando corretamente a tendência de aprofundamento da crise e a permanência, na superestrutura política, da polarização entre dois blocos burgueses representados por PT e PSDB. Deste modo, os trabalhadores se deparam com o desafio de construir de uma alternativa de poder. Porém, mesmo constatando que se trata ainda de um desafio, a declaração defende a saída de Dilma, confundindo o combate ao seu governo com o combate ao seu mandato.

Pretendendo ser avançada, esta bandeira reivindica indiretamente o impeachment numa conjuntura em que uma alternativa dos trabalhadores, apesar de urgente e necessária, ainda não está colocada. Na prática, relacionada à linha política de setores que agora defendem a convocação antecipada de novas eleições gerais no Brasil, esta formulação busca traduzir na realidade nacional, guardadas as devidas proporções, a mesma lógica que se provou equivocada na defesa da aliança com o imperialismo para derrubar o governo sírio; que chamou de revolução popular a ascensão do fascismo no Ucrânia; que alimentou esperanças no Syriza, hoje protagonista das “políticas de austeridade” na Grécia; que aplaudiu a atuação da blogueira mercenária Yoani Sánchez contra o socialismo cubano.

A Unidade Classista acredita e trabalha pela unidade dos trabalhadores.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO À COMUNIDADE DA UFMG

Extraído de https://coletivoufmg.wordpress.com/noticias-da-ufmg/

Notícias da UFMG
Pelo fim da perseguição política fascista realizada pela atual diretoria da APUBH contra o Coletivo dos Professores.
Quem divergir será expulso?!
O Coletivo dos Professores da UFMG – oposição à atual diretoria da APUBH – apresenta à comunidade universitária resposta à nota “Comunicado da APUBH sobre os acontecimentos lamentáveis da Assembleia de 20 de novembro de 2015” que trata sobre os fatos ocorridos nas duas Assembleias convocadas por esta diretoria no dia 20 de novembro de 2015.
As práticas tiranas, autoritárias e truculentas, próprias da diretoria da APUBH, constituem os verdadeiros fatos lamentáveis

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Nota de repúdio à CUT-MA pela demissão arbitrária da funcionaria Ildacy Coutinho


Nós, professoras e professores, da rede pública municipal de São Luís, Maranhão  aprovamos em Assembleia Geral, realizada no dia 17 de fevereiro do corrente, a presente moção cujo conteúdo representa nosso total  repúdio a atitude arbitrária e ilegal da direção da Cut MA de demitir a funcionária Ildacy Coutinho.

Idalcy é funcionária da CUT há 30 anos, sendo uma militante histórica desta Central com um trajetória de grandes serviços prestados a causa dos trabalhadores. Nenhuma denuncia de falha ou desvio existe sobre a companheira.

Trata-se de uma demissão com motivações políticas pois Idalcy é militante do PCB e da corrente sindical Unidade Classista que criticam a burocratização e as alianças da CUT com o governo e o empresariado.

A direção da CUT-MA agiu ainda de forma traiçoeira ao anunciar a demissão na volta das férias de Idalcy e sem nenhuma comunicação por parte da diretoria.
Não respeitaram nem a trajetória da companheira nem seu estado de saúde que foi debilitado pelas doenças adquiridas durante o período em que a mesma trabalhou.

Estaremos ao lado de Idalcy para combater tais perseguições que demonstram de que lado está a CUT e que expressam a degeneração desta Central e o abandono do classismo.


São Luis, Maranhão 17 de Fevereiro de 2016.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

UNIDADE CLASSISTA EXIGE A IMEDIATA LIBERTAÇÃO DE JULIA AMPARO LOTÁN – VICE PRESIDENTA DA FEDERAÇÃO SINDICAL MUNDIAL





A Corrente Sindical Unidade Classista, exige a imediata libertação da companheira Julia Amparo Lotán, vice-presidenta da Federação Sindical  Mundial (FSM), presa injustamente, desde maio do ano passado pelo  governo do ex presidente da Guatemala, Otto Pérez Molina, condenado por  corrupção. Julia foi acusada injustamente de fraudar o Instituto Guatemalteco de  Segurança Social (IGSS), pelo general Molina, pois vinha resistindo por anos a violação da autonomía do Instituto pelo governo corrupto de Molina. 

            A incansável companheira tem dedicado sua vida a luta dos trabalhadores e antes mesmo de sua prisão vinha sendo perseguida e recebendo ameaças,  por defender os intereses dos trabalhadores do Instituto Guatemalteco de Segurança Social (IGSS) e dos que do instituto dependiam.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

STF publica acórdão que libera privatização de serviços públicos

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 11 de fevereiro​, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite a contratação pelo Poder Público de organizações privadas, sem licitação, para serviços de ensino, pesquisa científica, saúde, cultura, desenvolvimento tecnológico e proteção e preservação de meio ambiente. A publicação da decisão, proferida em abril de 2015, é mais um facilitador do desmonte do serviço público, que prejudica usuários e trabalhadores.

Na decisão, por 7 votos a 2, os ministros reconheceram a validade da lei 9.637/1998, norma que havia sido questionada apenas pelo PT e pelo PDT, quando ainda faziam oposição ao governo de Fernando Henrique Cardoso, autor da lei.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Contra a Privatização da Saúde Pública em Fortaleza - CE


                                                         URGENTE
 
Companheir@s

No apagar das luzes de 2014, dia 19/12/14, às 4 horas da madrugada a Câmara Municipal de Fortaleza a provou a Lei Complementar 178/2014 que Privatiza a Gestão da Saúde em Fortaleza-CE, através da criação da FUNDAÇÃO DE APOIO A GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE DE FORTALEZA (FAGIFOR). 

Este crime contra o SUS vem no bojo de seu progressivo desmonte, através do repasse de verbas ao ISGH (OS cujos criadores são respectivamente a atual Secretária Municipal de Saúde de Fortaleza  e o atual Secretário Estadual de Saúde do Ceará, a terceirização de 2/3 dos trabalhadores da saúde, a deterioração dos serviços de saúde em todos os níveis, etc..., com um controle social totalmente submisso ao poder.

Temos que divulgar e assinar este abaixo assinado nacionalmente e internacionalmente, numa tentativa de barrar mais esta violência contra um SUS 100% público, universal e de qualidade.
É simples, copiem o endereço abaixo e colem, aparecerá diretamente no abaixo assinado. Preencham os campos solicitados e cliquem em assinar.

Após isso, divulguem para suas malas diretas. Precisamos de milhares de assinaturas. O PREFEITO  DE FORTALEZA já aprovou 611 milhões na LDO para 2016 para transferir recursos do Fundo Municipal da Saúde para a implantação da FAGIFOR.

Não temos tempo a perder para barrar este crime contra o SUS.

AbraSUS,

FÓRUM EM DEFESA DO SUS E PELO CONCURSO PÚBLICO JÁ!!! 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

UNIDADE CLASSISTA FILIA-SE À FSM – FEDERAÇÃO SINDICAL MUNDIAL!



Unidade Classista
Assunto: Aprovação de sua solicitação de filiação à FSM

Estimados companheiros,
Estimados irmãos e irmãs,

Com muita alegria os informamos que o Secretariado da FSM se reuniu e examinou sua solicitação de filiação e a aprovou, baseando-se em seus princípios democráticos, na história e na ação de sua Organização pelo benefício dos trabalhadores.

Estamos muito contentes de dá-los as boas-vindas à grande família classista da Federação Sindical Mundial que se estende pelos 5 continentes.

Segundo os estatutos da FSM, sua filiação à FSM estará registrada com a resolução da próxima reunião do Conselho Presidencial.

Felicitamos os companheiros por unir-se às fileiras da FSM e juntar suas forças com as forças do movimento sindical internacional classista, dando assim mais força, entusiasmo e incentivo às lutas mundiais pelos interesses dos trabalhadores.

Com solidariedade e internacionalismo, nossas lutas comuns serão mais fortes e eficazes.

Mais uma vez, damos as boas-vindas às fileiras da FSM e os convidamos a seguir a página web da FSM. Ali se encontram as últimas notícias e informações das atividades e propostas da FSM: www.wftucentral.org.

Saudações fraternas,

Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Chamado para Greve dos Aeroviários dia 03/02/16

SIMARJ
ESTA É UMA GREVE LEGAL, NÃO ACREDITE NA MENTIRA DO PATRÃO!!!

SEJAMOS FORTES PARA EXERCER O NOSSO DIREITO À GREVE !!!

O SIMARJ ATRAVÉS DA SUA COMISSÃO DE GREVE ELEITA NO DIA 29/1/16 E AMPARADO NA LEI DE GREVE 7783/89, EM CONFORMIDADE COM OS EDITAIS E AS ASSEMBLEIAS DO DIA 29/1: CONCLAMA TODOS OS AEROVIÁRIOS A CRUZAREM OS BRAÇOS NO DIA 3/2/16 A PARTIR DA ZERO HORA.


AS EMPRESAS NÃO NOS QUEREM DAR NEM A INFLAÇÃO, E NÓS QUEREMOS A INFLAÇÃO MAIS PRODUTIVIDADE. ESTAMOS HUMILHADOS!

EXIGIMOS A CESTA BÁSICA, A FOLGA DUPLA MENSAL, A ESCALA 5X1, E OS ADICIONAIS DE PERICULOSIDADE OU INSALUBRIDADE PARA TODOS OS TRABALHADORES DOS AEROPORTOS, ENTRE OUTRAS DEMANDAS. 

AS EMPRESAS ESTÃO DEMITINDO E NÓS QUEREMOS UM NÚMERO MÍNIMO DE TRABALHADORES POR AERONAVE E POR LOCAL DE TRABALHO. REPUDIAMOS A DEMISSÃO DE MECÂNICOS DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES COM A SUA SUBSTITUIÇÃO POR TRABALHADORES NÃO QUALIFICADOS COMPROMETENDO A SEGURANÇA DE VOO.

MANUAL DE GREVE

1- EXERÇA SEU DIREITO A GREVE. NESTE DIA VOCE PODE NÃO TRABALHAR, PODE CHEGAR ATRASADO, PODE PROTESTAR PACIFICAMENTE PELOS SEUS DIREITOS.

2- O SINDICATO TEM DIREITO A FAZER O PIQUETE PACÍFICO, O TRABALHADOR TEM O DIREITO DE ADERIR OU NÃO AO PIQUETE SEM SOFRER QUALQUER INTIMIDAÇÃO OU ASSÉDIO MORAL DO PATRÃO, ASSIM COMO TEM TAMBÉM O DIREITO DE EXERCER PLENAMENTE O SEU LIVRE ARBÍTRIO

3- NÃO ACEITE INTIMIDAÇÕES, DE ACORDO COM A LEI DE GREVE “CONVOCAMOS A CATEGORIA A EMPREGAR TODOS OS MEIOS PACÍFICOS TENDENTES A ADERIR A GREVE. ALERTAMOS AOS EMPREGADORES QUE É PROIBIDA

Pilotos e comissários farão greve a partir de 3 de fevereiro





O Sindicato Nacional dos Aeronautas informa à sociedade que, em assembleia realizada nesta sexta-feira (29), em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Campinas, pilotos e comissários de voo decidiram exercer seu direito de greve e farão paralisação parcial das atividades aéreas no país a partir do dia 3 de fevereiro.
A paralisação será realizada das 6h às 8h da manhã nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont, Galeão, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza.
A categoria reivindica unicamente reajuste salarial que contemple a reposição da inflação no período de 1º de dezembro de 2014 a 1º de dezembro de 2015, ou seja, 11% de reajuste retroativo à data-base de 1º de dezembro de 2015.
A última proposta das empresas aéreas, negada pela assembleia, oferecia reajustes parcelados (3% em fevereiro de 2016, 2% em junho e 6% em novembro). Ou seja, os reajustes não seriam retroativos e só seriam finalizados já às vésperas do vencimento de mais uma data-base, deixando a categoria sem reposição da inflação.
Também foi deliberado

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

OS COMUNISTAS E A LUTA SINDICAL

(Fernando Vieira, professor)




            Vivemos um tempo de enfraquecimento da luta sindical no país. Em parte, resultado do desgaste que a maior central sindical brasileira, a CUT, enfrenta por conta de sua política adesista.
            A CUT foi ocupada pelo que Lênin afirmou se apresentar como uma velha e carcomida burocracia sindical.  Uma burocracia que não vê as lutas dos trabalhadores como o eixo central de sua existência.  Apegada aos cargos burocráticos oriundos do controle da máquina sindical, Lênin vê como a atuação dessa 

velha burocracia profissional e as antigas formas de organização sindical entravam de todas as maneiras esta transformação no caráter dos sindicatos. A velha burocracia profissional procura, em todos os lugares, manter os sindicatos com as características de organização da aristocracia operária (...) (Lênin. O movimento sindical, os comitês de fábrica e de usinas).

            No caso da CUT, sua política atual consiste em defender o governo do PT de qualquer crítica, abrindo mão de direitos trabalhistas e controlando os sindicatos que são seus afiliados à suas determinações. Chegou-se ao ponto de, em nome da governabilidade, aceitar que se uma empresa e seus trabalhadores, assessorados pelo seu respectivo sindicato, acordarem, alguns direitos sociais garantidos pela CLT poderiam ser suspensos ou anulados. Belo papel para uma central sindical e seus sindicatos filiados!
            Nesse sentido, os comunistas devem assumir um importante papel, o de atuar junto ao movimento sindical objetivando recuperar a capacidade de luta sindical.  Marx nos lembra que o papel dos sindicatos se traduz na sua transformação em “centros de organização da classe trabalhadora, atuando no grande interesse de sua completa emancipação.” Ao se transformar, os sindicatos tornar-se-iam “a vanguardas e representantes de toda a classe trabalhadora, atuando de acordo com essa concepção, haverão de conseguir arrastar os excluídos para o interior das suas fileiras.” (MARX, K. Sindicatos: seu passado, presente e futuro. In: http://www.scientific-socialism.de/MarxSind.html).
            Os militantes comunistas devem buscar incorporar-se às lutas de suas categorias, militando no movimento sindical, organizando os trabalhadores e recuperar os sindicatos das direções conciliatórias presas aos interesses cutistas.
            Nada de novo nesse argumento! Lênin já nos apontava o caminho lembrando ao militante comunista que entre suas tarefas caberia fazer parte dos sindicatos e trabalhar  para fazer deles órgãos conscientes da luta pela derrubada do regime capitalista e o triunfo do comunismo.“ (Lênin. O movimento sindical, os comitês de fábrica e de usinas)
            A luta sindical é um caminho para que os comunistas ampliem seu diálogo com a sociedade. O exemplo de solidariedade, de luta, de firmeza ideológica e a liderança política da militância comunista nos sindicatos servirá como um parâmetro junto aos trabalhadores não comunistas, explicitando como o Partido não abandonou a luta contra o capital no próprio lócus de reprodução do capital: a empresa.
            A greve dos garis em 2014, as lutas dos professores no Paraná, no Rio de Janeiro e em Goiás nos últimos 3 anos, são exemplos da retomada da luta de classes que deixa de ser negada ou escamoteada pelo atual governo federal e seu braço sindical, a CUT, e nos esbofeteia com o vigor da realidade    
A atuação política da militância comunista na luta sindical, permitirá a efetiva compreensão de que pulsa na sociedade brasileira uma brasa adormecida, a da luta de classes. Cabe aos comunistas assumir a liderança política dessa luta. Essa liderança virá da atuação firme e decisiva de nossa militância junto ao movimento sindical.